Mark Zuckerberg Defends Charges One Day After Facebook, WhatsApp and Instagram Crash: ‘It’s Not True We Prioritize Profits’ | Technology

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Mark Zuckerberg’s company lost $6 billion on the day of the crash, and the executive left the position of 4th richest in the world. The “blackout” harmed workers and students.

“I would like to share a message I wrote for our company”, begins the long text posted by the owner of Facebook on his social network profile. According to him, the message was sent to company employees.

He referred to Monday’s global crash as “the worst drop we’ve had in years.” Next, the executive tries to defend himself against accusations that the company puts profit ahead of the safety and even the well-being of users. “The deepest concern with an interruption [dos serviços] how this is not how many people switch to competing services or how much money we lose, but what it means for people who depend on our services to communicate with their loved ones, run their businesses or support their communities.”

Mark Zuckerbeg, from Facebook, participates in the US Senate hearing in 2020 — Photo: Reproduction

Elsewhere, right after stating that “we care deeply about issues such as safety, well-being and mental health”, he complains about the supposed “false image being painted of the company”.

“At the heart of these accusations [e que está a ideia de que priorizamos o lucro em vez da segurança e do bem-estar. Isso simplesmente não é verdade.”

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Neste domingo (3), em entrevista ao programa “60 Minutes”, da emissora americana CBS News, a ex-gerente de produtos do Facebook Frances Haugen afirmou que a empresa coloca “lucros acima da segurança”.

Nesta terça, ela prestou depoimento ao Senado dos Estados Unidos para pedir regulamentação da empresa. Haugen testemunhou depois de ter vazado para autoridades e para o “Wall Street Journal” documentos internos da companhia que detalham que o Facebook sabia que seus sites eram potencialmente prejudicais para a saúde mental de jovens.

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Ainda na mensagem, Zuckerberg cita algumas políticas e ações que, segundo ele, foram tomadas para combater “conteúdo prejudicial” no Facebook, ampliar a transparência e assegurar o “bem-estar” dos usuários. Também negou que a rede social contribua para “o aumento da polarização”.

O fundador da rede social comentou também sobre a preocupação do Facebook com crianças e adolescentes acessando aos conteúdos publicados nos serviços da empresa, como no Instagram.

“Estamos empenhados em fazer o melhor trabalho possível, mas de certo modo, o órgão certo para avaliar as compensações entre as equidades sociais é nosso Congresso eleito democraticamente. Por exemplo, qual é a idade certa para os adolescentes poderem usar os serviços da Internet? Como os serviços de Internet devem verificar a idade das pessoas? E como as empresas devem equilibrar a privacidade dos adolescentes e, ao mesmo tempo, dar aos pais visibilidade de suas atividades?”.

“Em vez de ignorar isso, as empresas de tecnologia precisam criar experiências que atendam às necessidades [das crianças] while keeping them safe”.

The executive has pledged to do more research on the subject and share it with the public when they are completed.